INTERNACIONAL: Correspondente desvenda as seis matizes do carnaval pirajuiense

Marcelo Daniel, Pirajuí (SP) - O vai-e-vem dos trios elétricos contagia quem passa pela Bow Street, no trecho mal-amado da apreciada Londres. Perdido entre faixas de pedestre, semáforos exatos e tuítes perdidos de um certo repórter, caço um meio metro de chão seguro para reorganizar o pensamento e descolar um WiFi sincero.

De lá, pula o pensamento pra agora, quando resgato/revelo/trago à tona as SEIS MATIZES DO CARNAVAL DE PIRAJUÍ.

1. Ginásio Francisco Nazareth Rocha, o “Gigantão”, 1978: Em tempos doutrora, quando os primos de fora não eram tão bem vistos – o mesmo se aplicava às coleguinhas obesas da Unesp

2. Pirajuí Parque Clube (Pirajuhy Esperantho Clubho), 2003: O advento do passinho – bem como do Adidas Thermal Pro

3. Ginásio Francisco Nazareth Rocha, o “Gigantão”, 2005: O infinito estético de Carlão Junqueira

4. Casa da Amizade, 2004: “Para tudo dá-se jeito. Menos para o fome (sic)”

5. Evolução gráfica da Família Pombal

6. Pedro Henrique Simensatto, o Pedro Bola

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About pirajui

Jornalista nascido na querida Pirajuí e estragado em São Paulo. Acredita que a destruição total do sistema virá com o RT apertado e não jogou (ainda) Street Fighter IV valendo dinheiro.