Antes que você pergunte, eu já respondo: David Ricardo (32) não joga videogame e nem é de Pirajuí, Bauru ou Imbé. Ele é, sim, uma figura de renome no cenário paulistano. Um daqueles peculiares casos de profissionais autônomos que tanto agradam leitores da Vejinha São Paulo.
Cativando fãs de todas as classes e profissões, David chama atenção com suas vestimentas de trabalho: nada. Exatamente. O jovem taxista roda a grande metrópole sem nenhuma peça de roupa. “Uma época até usava meia, mas depois o pé acostumou.” Explica David.
Com muito populismo no coração e um certo amor perturbador por pautas de gaveta, o Freeko foi atrás de David Ricardo de um jeito muito Record de ser. A indicação ao Pulitzer ainda mencionará a mescla – ou mashup, como prefere a juventude – de Balanço Geral com Táxi do Gugu. Uma reportagem bem muleque, de raiz, do povo, de deus, dus bispo.
Enfim, sem mais delongas, aqui está a entrevista na qual o repórter se refere repetidamente a David Ricardo como “Denis” – declaramos que deve ser tudo efeito de DORGAS, tipo os Red Bull que o Bueno tanto ama – mas não deixe esses deslizes tirarem todo espírito de vitória, superação, samba no pé e amor pelo buteco que essa história toda traz para você.
http://guslanzetta.com/media/taxi1.mp3
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a famosa desculpinha do ar condicionado quebrado
“aí ele disse 'tira a calça' e eu 'opa, não né, que gay, mas tudo bem, vou tirar”