Enquanto os responsáveis por pagar a hospedagem deste domínio na internet consideravam a possibilidade de mudar o nome do lance para Games e Cia., Gamerturbo ou Blog e Mercearia Sete Irmãos Ltda, um novo jogo apareceu por aí. Russo.
Chamado de Metro 2033, O TÍTULO lhe força a abandonar os estudos e assumir o papel de um cara russo de 20 anos de idade que não lembra de nada além de “Nasceu na guerra nuclear, fugiu pro metrô e se salvou, junto de mais 40 mil pessoas.”
Mas a primeira meia hora dessa melancólica brincadeira falha em render um post interessante. Vagamos por túnes de metrô, ouvimos umas pá de violãozinho à la Stalker, e nada daquela fagulha de interesse jornalístico.
Por isso vai só uma telinha de porcos, e outras emprestadas pra cumprir tabela. Testemunhas que também se empenham na tarefa de buscar sentido no jogo não poupam as críticas. “Eu tentei, e venho tentando, mas o jogo não quer”, admitiu @tengumaru, pouco antes de matar o trabalho pra ficar em fila de tribunal e fazer justiça pro povo brasileiro.
Metro 2033, Moscou, Rússia. Porcos, bacon. E se tivesse zumbis você já tinha feito uma camiseta amarela pra sair curtindo.
Aqui, seu pai pagando de importante e ignorando o destino fúnebre do filho. Parece Fallout, mas ainda é Metro 2033
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Eu culpo o comunismo e o eixo do mal.
Essas coisas do universo alternativo que é a indústria de desenvolvimento de jogos no leste europeu.
Da roupa suja e da ausência de Vending Machines, já dizia Platão.