De olho na maciez de Dead or Alive, Konami lança Pro Evolution Soccer Beach Futevôlei

pirajui 5 May, 2010 1

Os craques mais firmeza do mercado, de sungas apertadas, esparramados pelas areias das mais belas praias virtuais. A franquia da Konami investe nas curvas e no suor de seus jogadores em Pro Evolution Soccer Beach, o melhor game de futevôlei do mercado – melhor até que o lendário Footvolley Madness, lançado para o extinto Jaguar.

A ideia está longe de ser inovadora. Os pervertidos da série Dead or Alive fazem isso já há um bom tempo. O clássico de luta advindo do Arcade, em 1996, teve suas voluptuosas personagens despidas em areias paradisíacas no título Dead or Alive Xtreme Beach Volleyball (2003). Diante do sucesso, as peitarias continuaram a pular em novos títulos da mesma categoria, o que provou que, às vezes, um bikinão largo e umas cortadas fazem mais sucesso que um combo com a barra do super cheia – e é nesse gancho que aparece PES Beach. Oportunistas, hein?

Imagem e semelhança: telas dos tutoriais de DOA Xtreme Beach e PES Beach, com o fera Romário

EVOLUÇÃO GRÁFICA

Trazer o realismo das curvas humanas para a tela dos games sempre foi um árduo desafio. Tal evolução só foi possível graça ao advento dos “políguinos” (tradução livre). A utilização dessas formas geométricas proporcionou o gráfico em três dimensões e foi fundamental para que franquias como Tekken ficassem mais famosas que O Boticário, por exemplo. Basta comparar os gráficos da mais recente versão do lutador Armor King, de 2009, com o Armor King do original de 1994.

Pro Evolution Beach é um show de belíssimos gráficos e jogabilidade excelente. O esporte fundado nas areias de Copacabana, por embaixadores como Romário, Edmundo e Júnior, foi fielmente transposto para a engine de Winning Eleven.

Kaká e Pato entre as estrelas riscadas no prumo. Tá na cara que exageraram nos políguinos do Eto´o – segundo da dir. para esq.

O recurso dos “políguinos” gerou a reprodução fiel dos traços de cada um dos boleiros, que vão trazer uma experiência realista para amantes do futebol e revoluções hormonais para as fãs (e os fãs também, vai) das beldades dos gramados. É claro que, conforme o velho ditado, “quando o políguino é demais, até o santo desconfia” e, certamente, alguns jogadores ficaram com traços exagerados, seja no físico ou mesmo no murcote.

Como em God of War 3, a trilha sonora foi destaque na produção, com clássicos do samba e pagode da década de 90. Não haverá comercialização do material, pois, segundo nota enviada pela desenvolvedora, “quem mexe com esse estilo musical não é muito de comprar mp3 na lojinha do iTunes”.

Kratos na fita: sem as pinturas de batalha, nem as cicatrizes.

Falando em God of War 3, uma exclusividade para a plataforma Playstation 3: como personagem extra, ninguém menos que o menino Kratos, firme e forte na gritaria.


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Um Comentário »

  1. É nóis que voa, Assessor! 5 May, 2010 at 5:40 pm -

    Vi uma promoção que estão dando cópias deste game em pacotes de chocolate Wonka. #VaiSerManero