Entrevista: Erik Gustavo reflete sobre o 11 de setembro e o pensamento moderno

 

É em clima solene e respeitoso que o Freeko vem a discutir, neste que é o aniversário de nove anos do 11 de setembro de 2001, o aniversário de nove anos do 11 de setembro de 2001.

Para consumar tal feito foi preciso ir atrás daquela que é considerada uma das grandes mentes do pensamento moderno dentre aqueles modernos pensadores do pensamento moderno: Erik Gustavo.

Foi bem nos primeiros minutos deste 11 de setembro de 2010 que puxei o Sr. Gustavo para uma conversa que põe o dedo na ferida da questão toda, o pensamento moderno.

Gus Lanzetta: Como todos sabem, o 11 de setembro é lembrado por trágicos eventos que envolveram o meu esquecimento do cartão de crédito na padaria e até ataques terroristas. Onde você estava e o que fazia no momento que soube que o mundo estava mudando?

Erik Gustavo: Era uma manhã de sábado, eu tinha 10 anos. Eu estava em uma colônia de férias da turma da escola, num parque aquático aqui do Rio. Foi lá que eu e Sofia nos beijamos pela primeira vez, na fila do tobogã. 1998 foi mágico pra mim por isso e porque finalmente havia conseguido zerar Sonic 2, do Mega Drive. Ali eu soube que o mundo estava mudando.

Gus Lanzetta: Acho que a pergunta que se passa na cabeça de todos, com quase uma década entre o “nós” do presente e a queda das duas torres é: O que foi de Sofia? Quem é Sofia hoje? Tanto para você, Erik, quanto para o público.

Erik Gustavo: Pra ser bastante sincero eu não tive mais notícias de Sofia depois de que ela conseguiu se soltar de mim e sair correndo gritando. Um amigo de confiança me disse que ela embarangou, o que é uma pena, mas normal.

Gus Lanzetta: Mais normal do que se pensa hoje.

Mas voltando a questão envolta em Sofia, tão envolta quanto suas mãos ao redor da garganta da menina, por que será que hoje a noção popular é de que toda mulher que grita e tenta fugir o faz porque não quer se entregar?

Erik Gustavo: Eu acho que a culpa desse pensamento é dos filmes de Hollywood (EUA e Canadá), que estragam a mentalidade de nossas meninas desde cedo. Fazem elas acreditarem que paixão e desejo tem que partir dos dois lados, e que violência não é amor. Violência é a maior forma de amor desde a época dos imperadores romanos. Um desses imperadores, Augusto, era apaixonado justamente por uma Sofia. Se eu acho que isso tem ligação comigo?! Prefiro não comentar.

Gus Lanzetta: Você traz um ponto muito importante para a questão: a opinião feminina. Desde quando ela tem tanto valor? Por que temos de dar ouvido à histeria e não continuar dominando e desbravando como sempre foi feito para que tivéssemos tudo que temos hoje?

Erik Gustavo: Não sei bem a data exata de quando a opinião feminina começou a ter tanto valor porque sinceramente não me importo com a opinião feminina. Se você levar em consideração que todas as guerras começaram por causa de uma mulher e terminaram, como dizem as estatísticas, com milhões de mortos (mortOs, logo homens), você percebe quão perigoso é deixar decisões importantes nas mãos delas. E elas têm mãos fracas, despreparadas para o arado e demais trabalhos de fazenda.

Um adendo: http://www.youtube.com/watch?v=lwoSFQb5HVk Coréia do Norte, exemplo de grande país que não leva e nunca levará as mulheres a sério.

Gus Lanzetta: Entendo. Você acha que é por isso que Kim Jong Il é tão impopular na mídia? Porque a imprensa feminocrata censura seu ponto de vista e que, não fosse esta perseguição, ele poderia ser o novo presidente da ONU, EUA e até INSS?

Erik Gustavo: Eu acho que antes de falar qualquer coisa sobre o Kim a gente tem que olhar pra trás e refletir um pouco sobre o passado dele antes da troca de sexo. Todo o escárnio sofrido nos corredores gelados da escolinha da tia Hyun, os mal tratos do marido Hwang (retratados na biografia do carismático ditador), e diversos outros momentos que levaram Kim a perceber que a melhor escolha era ser homem, e sempre é. Sendo homem, Kim Jong Il pode ser presidente do que ele quiser.

Gus Lanzetta: Pra encerrar e voltar ao nosso assunto principal: tu viu o avião bater na torre na Globo ou na Record? Lembra do Datena gritando “meu deus!”? Sabe se alguém achou meu cartão na padaria?

Erik Gustavo: O Roger achou, disse que ia te devolver em mãos. Falei pra deixar com o padeiro mas falou que tu “é todo fresco”. Não falei mais nada, sabe como é que eu sou com gente ignorante, perco o equilíbrio.

Gus Lanzetta: Assim como a estrutura das torres do World Trade Center perderam o equilíbrio e ruiram após o impacto das aeronaves pilotadas pelos imundos do espírito opaco e intenções sinistras. Muito obrigado, Erik Gustavo e novamente, muito obrigado.

Erik Gustavo: Eu que agradeço. Quando o assunto é mulher, pode me chamar que somos poucos mas somos loucos. ABS

Popularidade: 19% [?]

About Gus Lanzetta

Agora que Duke Nukem: Forever tá pra sair, sua vida mudou.