Chegou aquele momento que você, leitor do Freeko, tanto espera: a entrevista da semana. A última entrevista já saiu há mais de uma semana, mas ninguém esperava outra em tão curto espaço de tempo.
O entrevistado dessa madrugada foi ninguém mais, ninguém menos, do que Erik Gustavo, famoso por ter sido entrevistado no Freeko anteriormente e por dirigir um programa de TV num canal especializado em atingir o público que vive em áreas rurais empobrecidas. E também por ter sido entrevistado no Freeko em uma outra ocasião.
Estamos na Gávea, e Erik chega em seu Cherokee Laredo X 2011 após uma tarde de gravações no Projac. Sempre simpático, dá gorjetas gentis aos manobristas, acena para moradores da região e se apressa para o restaurante, onde eu esperava e, teoricamente, não teria como saber dos detalhes que acabo de narrar. Entre ligações para agentes e viagens de negócios adiadas, o sábio jovem que nasceu, cresceu e até jogou bola nas redondezas de São Januário me recebeu no MSN para uma entrevista sincera via e-mail.
O lucro obtido com a terceirização de comentários no YouTube e perguntas no Yahoo Respostas possibilitou a Erik uma vida mais cheia de lazer. Na foto, imagem meramente ilustrativa.
Em pauta, o aniversário de 37 anos da morte de Pablo Neruda, como isso afetou a literatura, a poesia e o coração de Erik; o dia da comemoração da bissexualidade, das mais lucrativas porn stars aos marcantes roqueiros andrógenos, esse pessoal que quer pegar todo mundo, mas nem sempre pega alguém, tem um lugar especial no coração de Erik… Ou seria Sofia quem tem esse lugar? Fique ligado!
Gus Lanzetta: Então, Erik, cá estamos nas primeiras horas do dia 23 de setembro de 2010 [[NE: A entrevista não foi publicada antes devido a embargos do Governo Federal e algumas investigações paralelas, pegada monstro mesmo]]. Há 37 anos morreu Pablo Neruda e hoje a comunidade bissexual comemora o dia da celebração da bissexualidade. Que coisa, não?
Erik Gustavo: Sobre os dois assuntos posso tranquilamente citar o artista Jessé Gomes da Silva Filho, “nunca vi, nem comi, eu só ouço falar”
"Algum remédio prescrito por algum psiquiatra vai me ajudar a esquecer esse amor?! Só Deus sabe. Estou lendo os históricos do Live Messenger de Sofia?! Prefiro não comentar, mas definitivamente estou"
Gus Lanzetta: Poucos sabem, também, que foi só nesse dia 23 de setembro, lá no ano de 1999, que a mãe de Sofia soube de tudo e fez B.O. na delegacia. Você se sente tocado ou se toca pensando nisso?
Erik Gustavo: Vou aqui tomar a liberdade de preferir não comentar. Até porque é muito complicado desativar o histórico de mensagens desse último Live Messenger, e já que estou no computador de Sofia prefiro não arriscar todo meu trabalho de invasão de propriedade essa noite. Mas para não ser completamente evasivo quanto à última pergunta, também prefiro não comentar.
Gus Lanzetta: Acho interessante que neste momento você esteja na casa de Sofia. É um hábito seu desde sempre? Ou foi na última entrevista que seu interesse por Sofia ressurgiu?
Erik Gustavo: Sofia é um caso sério em minha vida, mas prefiro não levar isso ao extremo. O fato de todas as mulheres que beijei também se chamarem Sofia é uma coincidência feliz/infeliz/feliz e infeliz. Foram sete, mas todas com suas particularidades que são só delas. Particularidades essas que me remetem à Sofia original, que, para evitar confusões, gosto de chamar de Piranha. A última entrevista só me fez lembrar desse apelido.
"Si las cosas son inalcanzables … Whoo! No hay razón para que quieres … Triste que los caminos no se habían La presencia de las estrellas de la magia!" – Mário Quintana, via Google Translate
Gus Lanzetta: Interessante. Você diria, então, que tem uma obsessão pela Piranha? Obsessão essa que te leva a se afogar em um mar de pseudo-paixões por Sofias mil que nunca preenchem o buraco em forma de Piranha que há em seu coração?
Erik Gustavo: Eu gostaria que você mostrasse mais respeito pela Sofia. Não é porque ela destroçou meu coração em quase mil pedaços sem demonstrar nenhum arrependimento e ainda envolveu a polícia na história (quatro vezes) que qualquer um pode demonstrar ódio por ela. Se procurei em outras Sofias o amor próprio que a primeira me roubou?! É possível que sim. Algum remédio prescrito por algum psiquiatra vai me ajudar a esquecer esse amor?! Só Deus sabe. Estou lendo os históricos do Live Messenger de Sofia?! Prefiro não comentar, mas definitivamente estou. Tenho orgulho disso?! Não, tenho uma missão.
Gus Lanzetta: Erik, qual seria essa missão? Quem lhe deu essa missão? E Carmen Sandiego, onde está?
Erik Gustavo: Carmen está com o Coronel Mostarda na biblioteca, estranhamente segurando um candelabro. Provavelemente estão conversando sobre como deve ter sido complicado para Mostarda seguir a carreira militar, já que ele tem nome de condimento secundário em lanchonetes e barzinhos. Quem mais teve problemas na carreira militar?! Pablo Neruda. Por quê?! Era bissexual. Que coisa, não?
Gus Lanzetta: Sempre consciente dos grandes assuntos que assombram e deslumbram aqueles que vivem no dia, Erik prova mais uma vez que é um homem das artes, do entretenimento. Com isso venho contestar: mostarda ser secundária é o caralho!
Erik Gustavo: Vamos concordar em concordar, mostarda dá de 10 na prima bonita ketchup. Mas a nossa opinião é, como o próprio nome diz, somente a nossa opinião. A preferência do grande público/mídia é o ketchup. Se analisarmos somente o público caucasiano então, percebemos que a mostarda perde ainda para a maionese (claramente superestimada, é só ovo com óleo).
Gus Lanzetta: Tão inacreditável quanto óleo com ovo ser considerado condimento de gente, é o fato de já serem praticamente 4h da manhã. vamos encerrando por aqui e recomendando um filme do Michael Douglas: Wall Street, por que não?
Erik Gustavo: Não consigo pensar em nenhum filme dele melhor para recomendar, voto junto! ABS
"A preferência do grande público/mídia é o ketchup. Se analisarmos somente o público caucasiano então, percebemos que a mostarda perde ainda para a maionese"
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Desculpa aí, mas eu prefiro ketchup.