Durante toda a década que acabou de passar, jovens do Brasil conheceram e se apaixonaram pelas lan houses, lugares que passaram de antros do Counter-Strike clandestino valendo dinheiro, para aquele local onde a meninada desprovida de um Pentium 6 em casa pode ir pra atualizar as fotos de webcam do Orkut e ver o fotolog das amigas (gatinhas, é claro) lá do colégio. Né, sobrinho?
A maior das redes de Lan Houses da capital que abriga os mais importantes escritórios da Freeko Corporation era a Monkey, que teve sua última loja fechada pelo destino no ano de 2010, quando a moda já era Facebook, iPhone e até iPad já tinha por aí. No Orkut? Só a Tula Luana e aquele seu primo do interior que… Bem, nunca foi o mais chegado numa rapidez mental.
Decidimos então ir visitar o local que abrigou por muitos anos a mais hardcore e gente boa loja da rede, na Alameda Santos, número 1217.
Para esta tocante e dramática reportagem, o Freeko recorreu ao correspondente de guerra, Eddy Antonini.
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