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Foi turbulenta a jornada de Gus Lambretta – que hoje erra o próprio sobrenome e escreve em terceira pessoa – para cobrir a E3 de porrada para o Freeko. Cansado, com manchas de sangue em locais curiosos e sem uniforme, o jornalista fala a si mesmo para publicar no Freeko com exclusividade:
Difícil, essa é uma palavra que define o embate do jornalista com a fila para comprar um sanduíche inocente entre uma reunião e outra. “Como posso eu acompanhar esses papos de dominação do universo sendo um relez inseto num mundo onde deuses e titãs caminham ao meu lado?” Indagava Gus enquanto lágrima encharcavam sua camiseta do Chicago Bulls.

Mais tarde, às sete horas da manhã, ele presenciava a Microsoft com Ice-T, Peter Molyneux e Tim Schaffer todos falando que Gears é foda e Kinect é “issodae mesmo, mina”. O papo da empresa não era, necessariamente, pra impressionar, era papo de quem já venceu o campeonato por pontos e veio contar do novo uniforme COMO É BONITO, NÃO? Bing!
Depois de muita gente se chocar com Lara Croft toda estrupiada gemendo alto no Galen Center – “A GENTE FAZ ELAS GEMER MESMO, TÁ LIGADO?”, tamo ligado, Eidos – e todos as piadas de YouPorn no Xbox se dissiparem pelo rarefeito ar de São José dos Campos no alto verão, o jornalista moveu seu pesado e vencido corpo até o teatrinho onde todo ano a EA diz que tem algo a dizer.

Nessa hora você já viu, né? Entorpecentes sendo passados livremente nos copos de Tang e Diet Pepsi (isso quem não muquifou uma latinha de Monster ou NOS) e reflexos de Paulo Francis falando com todo mundo através do espelho do banheiro. Tinha uns joguinhos também.
Continua…
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meu sonho era saber fazer esse risquinho —————- em cima das letras, quenem na hora da porrada lá em cima